Escolher o dosador gravimétrico correto pode fazer a diferença entre uma produção eficiente e desperdícios constantes. Neste artigo, você verá os principais critérios para tomar uma decisão assertiva.
1. Tipo de Processo
O equipamento precisa estar compatível com o seu processo:
Injeção: demanda precisão por ciclo.
Extrusão: requer dosagem contínua e estável.
Sopro ou Filme: exige alta consistência para evitar defeitos.
2. Escolha o Número de Componentes com Base na Sua Fórmula
A quantidade de funis do dosador gravimétrico deve ser definida conforme os tipos de materiais na sua receita — como matéria-prima virgem, masterbatch, aditivos ou reciclado.
Independentemente do número de componentes, o controlador permanece o mesmo. O que muda é apenas a configuração dos funis.
✅ Fórmulas simples: 2 a 3 componentes ✅ Fórmulas complexas: 4 ou mais componentes
3. Precisão e Repetibilidade
Prefira equipamentos com tolerância de ±0,5% ou melhor, garantindo estabilidade mesmo com materiais reciclados.
4. Capacidade de Vazão
Considere a produção horária necessária e o tamanho do funil. Um modelo superdimensionado pode gerar perdas, enquanto um subdimensionado trava a produção.
5. Facilidade de Limpeza e Manutenção
Máquinas com design modular, sem cantos mortos e acesso rápido reduzem o tempo parado entre lotes e facilitam trocas de cor ou material.
6. Integração com Outras Máquinas
O dosador deve comunicar-se com alimentadores, secadores e o CLP central da fábrica, especialmente em sistemas de automação total.
🔧 Dica Técnica: Prefira modelos com tela touch intuitiva e idioma local (como português ou espanhol) para facilitar o uso na linha de produção.
📌 Conclusão
Para escolher um dosador gravimétrico ideal, analise bem as demandas do seu processo e consulte um fornecedor experiente. A escolha certa gera economia, produtividade e qualidade no produto final.